Archive for the ‘Corrida’ Category
Treino intervalado: diferenças
O treino intervalado tem por característica alternar momentos de esforço com momentos de recuperação e pode ajudar a melhorar seu desempenho. Um estudo publicado no Journal of Science and Medicine Sport mediu o quanto a corrida melhora com treinos intervalados., enquanto o grupo que só fez treinos regenerativos melhorou o tempo em 1s, aqueles que fizeram dois treinos intervalados tiveram uma redução de até 50s.
O objetivo desse tipo de treino é fazer o corredor ultrapassar a zona de conforto e com isso conseguir ganhos fisiológicos que só são possíveis acima de determinado patamar de esforço.

Benefícios do treino intervalado
- Eleva o limiar anaeróbio
- Reduz a fadiga muscular
- Melhora a captação de oxigênio
Quem pode fazer?
Qual pessoa pode fazer, do iniciante ao avançado. Basta que as estratégias sejam adequadas ao nível de condicionamento de cada um. Aconselha-se restringir esse tipo de treino à no máximo 2x por semana.
Diferenças: Intensivo x Extensivo
Intervalado curto (intensivo)
- Máximo de 3 minutos de estímulo em velocidade alta, até 50% acima da velocidade média de prova
- Permite índice maior de consumo de oxigênio VO2
- Mais indicado para ganho de velocidade
- Estimula o uso das fibras de tipo II
Intervalado longo (extensivo)
- Duração de 3 à 15 minutos, em intensidades pouco acima da velocidade média de prova.
- Trabalha melhor as fibras de tipo I
- Melhora o aproveitamento do consumo de oxigênio
- Garante mais economia de corrida e melhora o ritmo da prova
Fonte: Sport Life
Pesquisadores em Educação Física tentam explicar o fenômeno Usain Bolt
É isso mesmo, Pesquisadores em Educação Física, opinaram sobre o fenômeno Usain Bolt e não médicos como sugere a chamada original feita pelo Esporte Espetacular. Fiquei feliz em ver que finalmente colocaram quem entende do assunto para opinar em uma matéria relacionada ao desempenho no esporte. E afirmo com segurança pois foram meus professores na graduação da EEFEUSP, de Controle Motor, Fundamentos da Psicologia e Dimessões Psicológicas da Educação Física e são pesquisadores em Educação Física. Mania de achar que só médico faz pesquisa! Se liga Globo!!!
Assista ao vídeo e vejam a opinião do Prof. Dr. Marcos Duarte (Físico e Doutor em Biomecânica) e da Profª Dra. Kátia Rúbio (Psicóloga, especialista em Psicologia do Esporte) e surpreendam-se com o que eles têm a dizer.
Na esteira ou na rua? Onde correr?
Leia também:
Existem algumas diferenças entre correr na esteira e na rua que devem ser levadas em consideração na hora do seu treino.
Na rua:
- O trabalho é mais específico, fator importante para quem quer participar de provas.
- Há presença de vento e variação de temperatura.
- Dá mais prazer, a paisagem é variada.
- Existe variação do solo, a grama é mais macia, mas pode esconder buracos, a areia proporciona maior resistência, o asfalto é mais duro.
- Dependendo de onde você corre pode estar exposto à poluição e risco de ser tropelado.
- A variação climática pode atrapalhar, dias com muito sol ou chuva podem acabar com seu treino.
Na esteira:
- É mais fácil regular a intensidade do treino, modificando a velocidade e inclinação da esteira.
- Permite correr junto com um amigo com condicionamento melhor do que o seu.
- É monótono, pois a paisagem não muda, mas há a possibilidade de assistir à televisão enquento corre, neste caso cuidado para não se distrair e tropeçar.
- Ótima opção para iniciantes pois permite variar a velocidade e inclinação.
- Em ambientes mal ventilados pode propiciar o aumento da temperatura e consequentemente causar desidratação.
E não esqueça, para correr na rua ou na esteira você irá precisar:
Riscos do treino na rua
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Fazer exercícios e praticar esportes ao ar livre é cada vez mais comum e já foi assunto tratado aqui no Fique INforma. Corredores, ciclistas e marombeiros de plantão utilizam os espaços públicos para entrar em forma gastando quase nada.
Além dos riscos de ser assaltado e atropelado, como a ciclista Márcia Regina, treinar na rua oferece riscos à sua saúde, quando você vive em uma metrópole.
Entendendo o problema:
Quando você pratica esportes ou faz algum exercício seu corpo inala uma quantidade maior de ar. Em repouso respiramos cerca de 10 ~ 15 litros de ar por minuto, durante o exercício esse valor pode chegar à 150 l/min. Quando saímos de casa a quantidade de ozônio a que ficamos expostos chega a ser cinco vezes maior. Faça a conta e veja quanto de ozônio podemos inalar ao fazer exercícios na rua!
Efeitos a curto prazo:
- Respiração ofegante
- Tosse
- Garganta raspando
- Dor de cabeça
- Dores no peito
- Olhos lacrimenjando
- Crise de asma
Efeitos a longo prazo:
- Diminuição da resistência cardiovascular
- Diminuição da função pulmonar
- Redução de enzimas que dissolvem coágulos no sangue
- Aumento em até 3x de sofrer isquemia
- Risco de desenvolver cancer
Mesmo com esses problemas você não deve deixar de se exercitar, apenas aproveite essas dicas!
- Evite ambientes mais poluídos, não se exercite em grandes vias;
- Exercite-se de manhã cedo apenas no verão, no irverno opte por fazê-lo após as 10:00. No inverno a massa de poluentes não se dispersa com facilidade pela ausência de ventos e inversão térmica;
- No verão evite o exercício entre 11:00 e 15:00, além de mais quente e todos os problemas relacionados à proteção da pele, a concentração de ozônio que você irá inalar é maior;
- Consumir frutas, legumes e verduras ricos em vitamina C, pois estimulam a produção de uma enzima que impedem os radicais livre de causar danos ao coração.
fonte: Men´s Health
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Caminhada: 5 dicas para evitar o inchaço das mãos
É comum sentir as mãos inchadas durante a caminhada, isso ocorre em função do seu posicionamento durante o exercício. Braços mantidos ao longo do corpo dificultam o retorno venoso, ou seja o sangue desce, mas tem dificuldade para voltar. Além disso o sangue é responsável pela oxigenação dos músculos e quando sua circulação está prejudicada pode gerar formigamento e sensação de coceira, outros sintomas que podem acompanhar o inchaço.
Em setembro de 2008 o caderno Equilíbrio da Folha de São Paulo publicou algumas dicas para evitar esse problema:
- Utilize a gravidade a seu favor: de vez em quando rode os braços, deixando as mãos acima da cabeça, para que o sangue desça em direção ao coração.
- Durante trilhas e caminhadas mais longas utilize um cajado ou mantenha as mãos na alça da mochila, perto do ombro, para facilitar a circulação no braço.
- Ao sair para caminha, retire objetos apertados que possam prejudicar a circulação sanguínea, como anéis. Relógios não trazem problemas se estiverem folgados. Já pulseiras justas e elásticos podem comprimir o punho e dificultar o retorno do sangue.
- Mexa os punhos, agite os dedos como quem toca piano, feche e abra a mão. Apertar bolinhas de borracha também ajuda, já que esse movimento espreme os vasos da mão e ajuda a bombear o sangue.
- Se, apesar desses cuidados, a mão ficar inchada, mergulhe-a em água com gelo. A vasoconstrição gerada pelo frio ajuda o retorno do sangue. Ficar deitado também pode ajudar.
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